quarta-feira, 12 de novembro de 2014

Escultura de R$5 (Tarcísio Rodrigues)

Esqueci de postar anteriormente a esculta que foi feita usando apenas 5 reais.
Saímos pela Carlos Gomes e 7th Avenue pechinchando com os lojistas até construir a nossa obra.

O resultado da minha vocês podem conferir abaixo. Um amuleto para cozinha formado por:

Frasco de vidro;
Pimentas;
Colher de Pau;
Planta artificial.



Chronos Efemeros - Escultura de Construção (Tarcísio Rodrigues)

Inicialmente o professor propôs em sala, no início do semestre, que cada um escrevesse um texto em 10 minutos e escolhessem 10 palavras do texto produzido. As minhas 10 palavras foram:

  1. FERRAMENTAS
  2. SUGAR
  3. MEDO
  4. ANGÚSTIA
  5. HISTÓRIA
  6. TEMPO
  7. INACABADO
  8. GRUPO
  9. FRONTEIRAS
  10. CONSCIÊNCIA
Logo após foi pedido que dentre as 10 selecionássemos 4 para formar uma escultura de construção. Diante da situação as escolhidas foram:

  • SUGAR
  • ANGÚSTIA
  • TEMPO
  • INACABADO
Uma vez escolhidas as palavras, comecei a esboçar minhas ideias, e várias foram surgindo.

1.

1. De início pensei em usar a máscara do Pânico num suporte de madeira com uma espiral de arames entrando em sua boca sugando vários relógios, que estariam pendurados nele. Mas descartei essa ideia, não me recordo exatamente porquê, mas pensando bem agora, talvez se tivesse continuado com ela, a escultura teria sido melhor executada, e atingiria o propósito.

2.
2.
.
2.Como a ideia era falar de tempo, tentei me basear no deus do tempo da mitologia grega Chronos. (Eu poderia me estender aqui falando sobre ele, mas, sugiro que deem uma olhada aqui porque é bem interessante: http://pt.wikipedia.org/wiki/Chronos) O Chronos que me veio em mente foi o da história de Cavaleiros do Zodíaco Episódio G, pois, pra mim, ele é bem assustador. O que poderia ser atrelado a angústia. 

3.

3. Logo, pensei em usar a máscara do Chronos (como podem ver no anexo 2) e os 4 braços abraçando uma ampulheta quebrada, mas logo, essa também foi desconsiderada, pela complexidade dos braços.

4.

4. Daí surgiu a ideia que seria o pontapé inicial para minha escultura final: uma caixa fechada com uma máscara dentro e um vórtex do lado de fora. Nele, as pessoas poriam a cabeça para contemplar a máscara. Atrás da máscara pensei em um mini ventilador para manter umas fitas - que estariam amarradas a estrutura de arame do vórtex - em movimento, reafirmando a ideia do sugar.
5.

5.

5. Finalmente cheguei a um esboço final. Uma escultura que seria de fácil execução e atenderia às minhas necessidades. Uma caixa com tampa, com um corte frontal para observar o que se teria dentro: uma máscara que representasse Chronos e um relógio quebrado pendurado por um fio de náilon. Dentro da caixa seria pintado o universo e no seu fundo seria posto um espelho. Nas laterais teriam buracos para que as pessoas pusessem os braços e interagissem com a escultura.

5.1 Caixa - A escolha da caixa, era para dar a ideia de que o tempo havia, ali dentro, sido enclausurado. Ela também seria um objeto que sugam as pessoas pela curiosidade (vide mitologia grega Caixa de Pandora). E o corte na caixa serviria para as pessoas observassem e temessem ou se angustiassem com o que dentro dela se enclausura.

5.2 Espaço - A pintura do espaço dentro da caixa, está diretamente ligado ao tempo. Sem os 2 não existira história alguma pra contar. A imensidão do espaço serve para lembrar o quão insignificante somos, servindo como um elemento de representação da angústia. Por ser infinito, ele também serve como um lembrete de que é algo inacabado. E, por fim, ele também foi escolhido por saber que, se não fosse a gravidade da Terra, todos nós seriamos sugados por ele.

5.3 Espelho - Sabemos que o espelho tem como função principal refletir. Logo, ao nos vermos nos espelho podemos ver todas as nossas imperfeições. Ele também é um objeto que nos convida a auto avaliação. Além disso, acredita-se que os espelhos tem a capacidade de prender a nossa alma (vide Feng Shui). Logo, é um elemento que pode representar facilmente a angústia e o sugar.

5.4 Máscara - Como a abertura que permite ver o que tem dentro da caixa ficará exatamente na direção dos olhos da máscara e o espelho ao fundo refletirá os olhos de quem observa, as pessoas irão ver Chronos as encarando com os seus próprios olhos. A ideia da máscara de Chronos é muito mais pela angústia do que pela personificação do tempo em si. Perceber como o tempo nos encara com nossos olhos e quão insignificantes somos diante de algo tão poderoso.

5.5 Relógio - O relógio quebrado remete ao tempo e ao inacabado

5. 6 Buracos - Servem para interação com a obra e pra mostrar a "elasticidade" do espaço. Como ele pode ser irrompido. Ressaltando também  a ideia do sugar.
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PAUSA


O deus Apolo preparando terreno pra chegada de Chronos.
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Material Utilizado:

Caixa de Madeira (não me recordo o tamanho exato nem o tipo de madeira)
Tinta Esmaltada para Madeira: Preta e Branca
Bisnagas nas cores: Azul e Violeta
Lycra Preta (cedida pelo professor - Valeu Piton! :D)
Pincéis
Linha de Costura
Esponja
2 Dobradiças
1 Espelho
1 Relógio de pulso quebrado
Durepox
Massa Corrida
Cola Branca
Náilon
Ataduras
1 kg de Gesso



Procedimento:

CAIXA
  1. Inicialmente pintei o universo dentro da caixa e em seguida a parte de fora de Roxo.
  2. Costurei a lycra e usei o durepox pra grudar nos buracos laterais pela parte de dentro. Cheguei a usar grampo para reforçar mas não deu certo. Usei um pouco de cola de madeira também. O acabamento não ficou lá dos melhores (pelo durepox), mas como ficaria dentro da caixa e as pessoas não iriam ver não me preocupei muito.
  3. Colei o espelho no centro.
  4. Parafusei as dobradiças que iriam servir pra deixar a tampa presa à caixa.
  5. Usei o náilon pra pendurar o relógio mas não deu certo.  O espelho atrapalhava com relação ao acabamento da peça, uma vez que as pessoas veriam o durepox detrás dele. A solução encontrada foi colar na tampa de frente para o espelho, assim as pessoas o veriam.







MÁSCARA:

1. Fiz o formato da máscara em EVA, que serviria como base e utilizei um frasco de biscoito como pra dar a forma desejada.
2. Cortei ataduras e preparei o gesso mole.
3. Afundei as ataduras no gesso e fui formando camadas em cima do EVA.
4. Usei massa corrida para dar acabamento.
5. Lixei e pintei.

PS: A máscara estava partindo na parte mais fina junto aos olhos, tentei de tudo para colar, mas ela não aguentou. Além disso percebi que seria muito difícil colar a máscara na caixa com durepox pois o material não aderia a ele.




 Solução: pintei o EVA de prata e colei na caixa.


O objeto finalizado, foi de longe, o que foi planejado e desejado, mas pela falta de tempo para execução foi o que foi feito. O professor fez algumas constatações na sala para que eu voltasse com ela pronta dentro de um prazo. Logo, esperem uma edição nessa postagem.

Ufa! Obrigado por terem lido.


segunda-feira, 10 de novembro de 2014

Escultura de Construção

A escultura tem como matéria prima , papeis, material usado desde o inicio em  minhas atividades , usando o conceito de abstracionismo geométrico   e  cores primarias(azul , vermelho e amarelo) e secundarias(laranja , verde e roxo)  criei minha escultura de construção, com a ajuda da expressão e sentimento .

                                                                          Esbouço 


  

Escultura 

domingo, 9 de novembro de 2014

ESCULTURA DE CONSTRUÇÃO
Mauá Moreira
   
Trabalho teve origem em um texto de caráter particular, escrito em sala de aula. Do texto, selecionei 10 palavras, para depois escolher 5 delas:
  1. Metal
  2. Assustador
  3. Música
  4. Caminho
  5. Revolta
O Conceito
Estas palavras levaram-me para o tema do cenário underground (metal pesado, metal extremo). 
Iniciei esboços cuja característica principal era curva, para representar o Caminho. Essa curva da varias voltas, indo em diferentes direções, em uma Revolta. Sua forma final se mostra Assustador. A Música também esta sendo representada em forma de ondas.



O Material Inicialmente pensei em fazer esta escultura com metal (estribo) para conseguir o efeito das curvas do desenho. Descobri outros materiais que poderiam dar o mesmo aspecto (garrafa pet, cano pvc e rolo de papel toalha ou papel higiênico), além de facilitar o manuseio do material. Trabalhei com o rolo de papel, além de cola e uma moldura.

1 - Etapa
Cortei os rolos de papel em tiras iguais.




2 - Etapa
Modelei as tiras com a mão e depois montei a escultura na moldura, para em seguida colar suas partes com a ajuda de um pincel.



3 - Etapa
Com a escultura pronta, retirei os excessos da cola e depois pintei com tinta spray preta.



 

Escultura

   Aluna: Larissa Magnavita

   A escultura “Borboleta” construída em arame e linhas de crochê foi inspirada nas quatro palavras selecionadas: vida, transformação, homem e sentimentos. A borboleta é considerada o símbolo da transformação, da felicidade, da beleza, da inconstância, da efemeridade da natureza e da renovação, o que faz uma ligação com as palavras escolhidas.

   Para a construção da borboleta foi traçado um desenho no papel e sob ele o arame foi sendo moldado de acordo com a forma, depois o arame foi sendo enrolado sob a forma para ganhar mais rigidez e entrelaçado com a linha de crochê e para um acabamento final levou um banho numa mistura de cola cascorez+água.

                                                                      01- Croqui

02- Passando a linha de crochê pela estrutura
03- Entrelaçando a linha
04- Dando banho de cola cascorez+água
05- Escultura finalizada








Escultura de Construção (Márcia Lílian Moreno)

Escultura de Construção (Márcia Lílian Moreno)

A escultura abaixo foi montada com dois bonecos feitos de linha de tricô custando 1,50 cada e para o apoio desses bonecos um objeto de arame que custou 0,50. Compondo a ornamentação foram usadas cinco bolas que também serviram de fixação da peça para que não pendesse para um dos lados, custando 0,20 cada uma e para fixa-las ao arame usei uma linha dourada que custou 0,50 o tubo. Ficando a peça no total de 5,00.



ESCULTURA (Márcia Lílian Martins Moreno)
Com as seguintes palavras:
TRANSFORMAÇÃO, ARTESANATO, BELEZA, FUNCIONALIDADE, HOMENAGEM, LEVEZA, PERSISTENCIA, DURABILIDADE, EVOLUÇÃO, SABEDORIA. Foram escolhidas quatro, nas quais me inspirei para escolher a escultura à confeccionar. São elas:
PERSISTENCIA, ARTESANATO, TRANSFORMAÇÃO e BELEZA
A escultura Moringa foi confeccionada em homenagem ao artesanato da cidade de Macaúbas, interior da Bahia. Em tempos atrás, esse artesanato era totalmente funcional, ou seja, as moringas e potes eram peças utilizadas para armazenar água. Com a chegada do progresso e consequentemente o uso das geladeiras, as moringas passaram a ser peças decorativas e nem por isso o artesanato da cidade deixou de existir.
A escultura foi modelada com um arame galvanizado, numero 14 mais resistente, preenchida ao meio por uma tela (tela de galinheiro) e envolvida por um arame mais fino.




Trabalho de trid III .

Escultura de Antonio  Clovis

Taciana:  segue o trabalho que será apresentado na segunda feira.



EXERCICIO DE TRID  III
Antonio Clovis.
Minhas dez Palavras: Paz; Verdade; Boca; Coração; Olhos;   Existência;  Ouvido; Desejos; Tato; Vida;  Olfato.
Palavras Chaves: Visão;  Olfato; Paladar; audição e Tato. 
CROQUI:Desenho relacionado aos sentidos - 
Poética                       OS SENTIDOS!!!
Tua voz é música para meus ouvidos
Teu sorriso é bálsamo para meus sentidos
Teu olhar é a incansável busca de minha existência
Teu abraço é o fogo que provoca em mim ardência

Teu cheiro é fruta doce colhida no pé
Tuas mãos unidas encerram em mim a busca pela fé
Teu jeito atrevido satisfaz meus mais profundos desejos
Tuas palavras sussurradas arrepiam meus pêlos

Teus gritos na noite silenciosa
Provocam em mim fantasias maliciosas
Despertam meu corpo para sensações deliciosas

De repente silêncio... Satisfação
Da agonia ao êxtase apenas pela imaginação
Não há necessidade de gestos é a pura perfeição
Jaqueline Batista.
TRABALHO 

Todos os sentidos, sem sentido...
Sorrir com os olhos, falar pelos cotovelos, meter os pés pelas mãos. Em mim, a anatomia não faz o menor sentido. Sou do tipo que lê um toque, que observa com o coração e caminha com os pés da imaginação. Multiplico meus cinco sentidos por milhares e me proponho a descobrir todos os dias novas formas de sentir. Quero o cheiro da felicidade, o gosto da saudade, o olhar do novo, a voz da razão e o toque da ternura. Luto contra o óbvio, porque sei que dentro de mim há um infinito de possibilidades e embora sentimentos ruins também transitem por aqui, sei que devo conduzi-los com a força do pensamento até a porta de saída. Decidi não delegar função para cada coisa que eu quero. Nem definir o lugar adequado para tudo de bom que eu sinto. Nossos sentimentos são seres vivos e decidem sem nos consultar. A prova de que na vida, rótulos são dispensáveis e sentimentos inclassificáveis.”
Palavras Chaves: Visão;  Olfato; Paladar; audição e Tato. 


1 INTRODUÇÃO
O meu interesse pelo tema deste trabalho; “Os Cincos Sentidos”, nasceu de uma experiência vivida anos atrás na minha terra natal, quando trabalhava como voluntário em uma campanha elaborada pela igreja católica que tinha como propósito, a construção de sanitários para famílias de baixa renda de um bairro da periferia daquela cidade.
Foi a partir desse envolvimento no voluntariado que todos os sentidos afloraram em direção a uma nova percepção de vida. A tarefa de mapeamento das construções foi realizada a partir de rabiscos para posterior elaboração do desenho final, puseram-me, em contato com o desenho pela primeira vez.  Naquele momento eram desenhos toscos cheios de rabiscos, mas que contribuíram muito para o desejo de realizar novas experiências e buscar novos conhecimentos, principalmente no campo da percepção visual.
Em 2001 surgiu o meu primeiro contato com o desenho artístico, quando participei de um curso ministrado pela professora Carmem. Tratava-se de exercícios de sensibilização tátil, a partir de um objeto, que estimularam a minha visão sobre a forma, a textura, a proporção, mostrando os instrumentos e a técnica, ampliando a minha visão sobre as artes visuais. Este processo trouxe a lembrança da minha adolescência de quando construía os meus próprios brinquedos, seja de madeira ou de lata de óleo de soja. Logo depois se transformou em trabalho. As obras de Gaston Bachelard ampliaram os meus conhecimentos e estabeleceu a interação com os meus sentimentos, estimulando os sentidos e colocando-os em pleno funcionamento.
A convivência com esta nova realidade de mundo, abriu caminho para um novo olhar, o olhar para dentro de mim. Nasceu daí o desejo de percorrer o mundo do “eu”, para saber mais e principalmente, o que queria da vida.
Quando falo sobre os sentidos, uma das coisas que entra em questão é a percepção. Cada sentido nos proporciona um tipo de experiência diferente, existe uma diferença entre tocar, enxergar, degustar, cheirar e ouvir. Não conseguimos enxergar o paladar, o olfato ou o som. Não conseguimos tocar o paladar o som ou o olfato. Há coisas sem cheiro e que não podem ser degustadas. Portanto, se não podemos conhecer um objeto com um sentido, o conheceremos com outro. Mas podemos sugerir que pode existir uma propriedade no objeto que por mais apurados que sejam nossos sentidos, estes podem ser insuficiente para conhecer.
Segundo Descartes, a poética dos sentidos remonta a questão da vivência na arte, porquanto, não basta estar em sala de aula para se tornar um aprendiz do conhecimento, necessário se faz não tão somente estar, mas também, vivenciar, participar, e para que isto aconteça é necessário colocar os sentidos em pleno funcionamento.
Descartes em sua obra, Meditações Metafísicas (1979), nos relatam que:
”Os cinco sentidos (olfato, paladar, visão, audição e tato) são meios através dos quais nos relacionamos e conhecemos o mundo. São pontes que nos dão acesso às coisas. Mas este acesso nem sempre é confiável. Confundimos odores, sabores, imagens, sons e superfícies. Nenhum dos nossos cinco sentidos é perfeito.”
Tudo o que recebi, até presentemente, como o mais verdadeiro e seguro, aprendi-o dos sentidos ou pelos sentidos: ora, experimentei algumas vezes que esses sentidos eram enganosos, e é de prudência nunca se fiar inteiramente em quem já nos enganou uma vez.”
Os Cinco Sentidos
O corpo humano é dotado de cinco sentidos, capacidades que lhe possibilita interagir com o mundo exterior (pessoas, objetos, luzes, fenômenos climáticos, cheiros, sabores, etc).
Os sentidos são os meios através dos quais os seres vivos percebem e reconhecem outros organismos e as características do meio ambiente em que se encontram -- em outras palavras, são as traduções do mundo físico para a mente.
Desde Aristóteles, culturalmente se reconhecem cinco sentidos: visão, audição, paladar, olfato e tato, mas é consenso na comunidade científica que os seres humanos possuem muito mais. Não há consenso na quantidade, devido à falta de solidez na definição do que constitui sentido.
a.    Visão: É a capacidade de visualizar objetos e pessoas. O olho capta a imagem e envia para o cérebro, para que este faça o reconhecimento e interpretação.
b.    Audição: É a capacidade de ouvir os sons (vozes, ruídos, barulhos, músicas) provenientes do mundo exterior. O ouvido capta as ondas sonoras e as envia para que o cérebro faça a interpretação daquele som.
c.    Paladar: Este sentido (capacidade) permite ao ser humano sentir o gosto (sabor) dos alimentos e bebidas. Na superfície de nossas línguas existem milhares de papilas gustativas. São elas que captam o sabor dos alimentos e enviam as informações ao cérebro, através de milhões de neurônios.
d.    Tato: É o sentido que permite ao ser humano sentir o mundo exterior através do contato com a pele. Abaixo da pele humana existem neurônios sensoriais. Quando a informação chega ao cérebro, uma reação pode ser tomada de acordo com a necessidade ou vontade.
e.    Olfato: Sentido relacionado à capacidade de sentir o cheiro das coisas. O nariz humano possui a capacidade de captar os odores do meio externo. Estes cheiros são enviados ao cérebro que efetua a interpretação.
O cheiro está em tudo: no amor, no apetite, nas melhores lembranças. Todo odor provoca sentimentos. Basta aspirar e pronto, qualquer cheiro é satisfatório para despertar fome, provocar atração ou repulsa, trazer de volta cenas do passado.
Cheirar é se emocionar sempre. Contudo na maioria das vezes isso é tão sutil que não se dá importância e se acaba torcendo o nariz para o olfato, o mais primitivo e intrigante dos sentidos, e com certeza o menos conhecido pela ciência. Poucos percebem que, num mundo onde quase tudo tem odor, é esse sentido que decifra as mensagens químicas, das quais frequentemente depende a própria sobrevivência, passadas pelos animais, vegetais, minerais e objetos manufaturados. No mais, são graças ao olfato, um aliado do paladar, que se sentem as diferenças de sabores, o que faz toda a diferença quando se está resfriado.
Para a maioria das espécies animais, o olfato é uma questão de vida ou morte. As gazelas são um exemplo: ao sentir o cheiro do leão ou de outro carnívoro feroz, saem correndo antes do ataque. Já entre os ratos, o olfato exerce um papel mais sofisticado: se uma rata é fecundada por um membro de sua própria família, aborta imediatamente ao sentir o odor de um rato estranho, com o qual se acasalará logo em seguida, como se tivesse consciência de que a mistura dos genes garante uma prole mais saudável.
Contudo, a função do olfato foi perdendo importância no decorrer da evolução das espécies. Seres que viviam nas profundezas dos oceanos, certamente só possuíam esse sentido, com o qual localizavam a comida, descobriam os parentes e evitavam os inimigos. Quanto mais as espécies foram evoluindo, diminuía o tamanho da área cerebral especializada no olfato, cedendo espaço para outras estruturas especializadas.
No ser humano, as células olfativas cobrem uma área de 10 centímetros quadrados do nariz; já no cachorro, essas células ocupam 25 centímetros quadrados; e no tubarão, 60. Enquanto o homem, para perceber o cheiro do ácido acético — presente no vinagre — precisa de 500 milhões de moléculas dessa substância por metro cúbico de ar, o cão pode sentir o mesmo cheiro com apenas 200 mil moléculas.
Revista Super interessante 1988.
1.    EMBASAMENTO TEÓRICO 
Neste trabalho busco inspiração nas obras dos artistas plasticos:  jonathan borofsky  que trabalha com figuras humanas vazadas em tamanho real e do artistas Franz Weissmann que trabalhou as suas peças geométrica e influenciou o artista plástico Amilca de Castro  esses artista transitaram pelas escola do construtivismo, concretismo e depois o neoconcretismo, inaugurando  assim, a fase do modernismo.
1.    JUSTIFICATIVA
Trabalhei no resgate de temas, técnicas e procedimentos artísticos ocorridos durante minha trajetória de vida, refletindo sobre a produção artística criada com o intuito de elaborar a minha poética relacionada ao tema.
Elaborei desenhos e pintei em bolas de isopor de partes do corpo humano, como forma de representação dos cincos sentidos, onde a boca com uma lingua gigante se coloca como representaçao do paladar, a orelha a audição, o olho a visão e os dedos da mão o tato.
Essas partes do corpo foram reunidas e colocadas em uma estrutura  construida em arame, formando assim, o meu trabalho escultural e que recebe o nome de “Bolinho maluco”.